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                                                               Ultima  actualização a: 22/06/2010 ás: 11h:34min

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Café Verde de diversas origens que entram nos nossos lotes ...







História da Expansão do Café


O café é originário da Etiópia, da região abissínia de Kaffa. No séc. XIII, soldados e comerciantes levam-no ao Yemen e à Arábia.
É no mundo muçulmano que, pela primeira vez, o consumo do café adquire importância na sociedade, devido, em parte, à proibição das bebidas alcoólicas. A partir de cidades como Meca e Medina, os peregrinos acostumam-se a ele e levam-no consigo para as suas terras de origem: da Espanha muçulmana à Turquia ou aos confins da Índia.
A introdução do café na Europa inicia-se no séc. XVI, por Veneza e outros pólos comerciais.
Em 1683, no levantamento do cerco de Viena, os turcos abandonam, no seu acampamento, grande quantidade de café, o que facilitou a generalização do seu consumo por todo o continente. Paris, Viena e Veneza são, na segunda metade do séc. XVII, as cidades europeias onde se abrem ao público os primeiros estabelecimentos onde é servido café. A partir da Europa, já no séc. XVIII, o consumo do café estende-se às colónias americanas e ao Extremo Oriente que, pelas suas condições climatéricas, se transformam, rapidamente nos primerios centros de produção deste produto.


 A LENDA DO CAFÉ
 
Não há evidência real sobre a descoberta do café, mas há muitas lendas que relatam sua possível origem.
Uma das mais aceitas e divulgadas é a do pastor Kaldi, que viveu na Absínia, hoje Etiópia, há cerca de mil anos. Ela conta que Kaldi, observando suas cabras, notou que elas ficavam alegres e saltitantes e que esta energia extra se evidenciava sempre que mastigavam os frutos de coloração amarelo-avermelhada dos arbustos existentes em alguns campos de pastoreio
O pastor notou que as frutas eram fonte de alegria e motivação, e somente com a ajuda delas o rebanho conseguia caminhar por vários quilômetros por subidas infindáveis.
Pastor Kaldi e suas cabras
Kaldi comentou sobre o comportamento dos animais a um monge da região, que decidiu experimentar o poder dos frutos. O monge apanhou um pouco das frutas e levou consigo até o monastério. Ele começou a utilizar os frutos na forma de infusão, percebendo que a bebida o ajudava a resistir ao sono enquanto orava ou em suas longas horas de leitura do breviário. Esta descoberta se espalhou rapidamente entre os monastérios, criando uma demanda pela bebida. As evidências mostram que o café foi cultivado pela primeira vez em monastérios islâmicos no Yemen

 A CULTURA DA BEBIDA CAFÉ

Segure uma xícara exalando o aroma de um bom café e você estará com a história em suas mãos.
Apenas um pequena gole dessa saborosa bebida fará com que você possa fazer parte de uma enorme cadeia de produção, romantismo e lances de muito arrojo, iniciada há mais de mil anos na Etiópia. 
O hábito de tomar café foi desenvolvido na cultura árabe. No início, o café era conhecido apenas por suas propriedades estimulantes e a fruta era consumida fresca, sendo utilizada para alimentar e estimular os rebanhos durante viagens. Com o tempo, o café começou a ser macerado e misturado com gordura animal para facilitar seu consumo durante as viagens.
Em 1000 d.C., os árabes começaram a preparar uma infusão com as cerejas, fervendo-as em água. Somente no século XIV, o processo de torrefação foi desenvolvido, e finalmente a bebida adquiriu um aspecto mais parecido com o dos dias de hoje. A difusão da bebida no mundo árabe foi bastante rápida. O café passou a fazer parte do dia-a-dia dos árabes sendo que, em 1475, até foi promulgada uma lei permitindo à mulher pedir o divórcio, se o marido fosse incapaz de lhe prover uma quantidade diária da bebida. A admiração pelo café chegou mais tarde à Europa durante a expansão do Império Otomano.

 Por que o café faz bem?
 
O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso porque o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais, embora em pequenas quantidades. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos. Durante a torra do café, esses ácidos clorogênicos formam novos compostos bioativos: os quinídeos. É nessa etapa também que as proteínas, aminoácidos, lipídeos e açúcares formam os quase mil compostos voláteis responsáveis pelo aroma característico do café. É toda essa composição que faz do café uma bebida natural e saudável.
 

CAFÉ E COMPOSIÇÃO QUÍMICA:

 A maioria das pessoas que toma café diariamente ignora quais são as substâncias que estão presentes no café e pensa que o café contém apenas ou principalmente cafeína.
Grande engano.
O café possui apenas 1 a 2,5 % de cafeína e diversas outras substâncias em maior quantidade. E estas outras substâncias podem até ser mais importantes do que a cafeína para o organismo humano.
O grão de café (café verde) possui além de uma grande variedade de minerais como potássio (K), magnésio Mg, cálcio Ca, sódio Na, ferro Fe, manganês Mn, rubídio Rb, zinco Zn, Cobre (Cu), estrôncio (Sr), cromo (Cr), vanádio (V), bário (Ba), níquel (Ni), cobalto (Co), chumbo (Pb), molibdênio (Mo), titânio (Ti) e cádmio (Cd); aminoácidos como alanina, arginina, asparagina, cisteína, ácido glutâmico, glicina, histidina, isoleucina, lisina,metionina, fenilalanina, prolina, serina, treonina, tirosina, valina; lipídeos como triglicerídeos e ácidos graxos livres , açúcares como sucrose, glicose, frutose, arabinose, galactose, maltose e polissacarídeos. Adicionalmente o café também possui uma vitamina do complexo B, a niacina (vitamina B3 , PP ou "Pelagra Preventing" do inglês) e, em maior quantidade que todos os demais componentes, os ácidos clorogênicos, na proporção de 7 a 10%, isto é, 3 a 5 vezes mais que a cafeína.

 

PARKINSON - Beber café regularmente reduz risco da doença de Parkinson


 De acordo com uma nova pesquisa, beber regularmente de duas a três xícaras diárias de café reduz o risco de desenvolver a doença de Parkinson em até um quarto. O estudo realizado por pesquisadores da universidade do Porto, analisou 26 pesquisas anteriores e foi publicado na revista Journal of Alzheimer Disease. Agrupando os resultados, a equipe encontrou uma diminuição de 25% na chance de desenvolver a enfermidade entre consumidores regulares da bebida. No entanto, esse número caiu para 14% quando eles estudaram somente mulheres. Os cientistas ainda descobriram uma ligação directa entre a quantidade de café consumido e a extensão do efeito protector conferido a ele. A queda do risco para um quarto aconteceu entre aqueles que bebiam entre duas e três xícaras por dia.

Café pode diminuir riscos de câncer de cabeça e pescoço



Um estudo publicado na revista electrônica Cancer Epidemiology, Biomarkers & Prevention conclui que pessoas que tomam café têm menos chances de desenvolver câncer de cabeça e pescoço, enfermidade que atinge regiões como boca, garganta, laringe, tireóide, fossas nasais e pele. O levantamento mostrou que os participantes da pesquisa que bebiam quatro ou mais xícaras de café por dia tiveram 39% menos risco de câncer na cavidade oral e na faringe. Ainda conforme a publicação, não foram obtidos dados conclusivos quanto ao consumo de café descafeínado, porém a bebida não indicou aumento de risco. A ingestão de chá não demonstrou nenhuma relação com o risco de desenvolvimento  da doença.

CAFÉ E CRIANÇAS

Para milhares de crianças brasileiras a primeira e muitas vezes a principal refeição do dia é uma mistura de café com farinha ou leite. Somada a força e a perseverança, estas crianças sobrevivem saudáveis e podem servir de exemplo para outras, ao vencerem na vida, apesar de tudo e de todos. Mas assegurar uma boa nutrição, principalmente a infantil é o maior compromisso social de toda nação.
Muitas crianças com fome são esquecidas em detrimento da preservação de árvores, da natureza e de animais selvagens, todas partes da bela natureza e do meio ambiente.
Mas uma criança é a maior riqueza da natureza e a coisa mais bela de qualquer ambiente. Enquanto que o preconceito contra o café faz com que as crianças tomem pouco ou mesmo não tomem café diariamente, puro ou com leite, o mesmo não acontece com outras bebidas. Na atualidade tomar refrigerantes ou sucos artificiais para saciar a sede é um hábito diário de quase todas as crianças, em lugar de um simples copo de água. E estudos recentes feitos por médicos ingleses detectaram que o consumo exagerado de refrigerantes por adolescentes não apenas ajuda a destruir os dentes, mas pode provocar problemas de comportamento e afetar o crescimento. E cerca de 1/3 das crianças americanas são obesas graças ao consumo de bebidas e alimentos artificiais, incluindo refrigerantes. E ao mesmo tempo, as crianças são erroneamente educadas de que o consumo de café pode ser prejudicial para a saúde. Pois o café pode ajudar as crianças, adolescentes e jovens nas escolas. O consumo moderado e diário de café, ao estimular o sistema de vigília, atenção e concentração, pode ajudar no aprendizado escolar. E para tal basta que o café seja tomado pela manhã - com ou sem leite - e na merenda escolar, depois do café da manhã, seguindo-se um café no lanche da tarde. A humanidade escolheu o café como bebida diurna porque ele estimula o sistema de vigília do cérebro humano, mantendo-o mais acordado. O consumo diário e moderado de café torna o cérebro mais atento e capaz de suas atividades intelectuais, diminui a incidência de apatia e depressão e estimula a memória, atenção e concentração, melhorando a atividade intelectual normal.
 

 



Tudo em excesso pode fazer mal.

As críticas ao consumo de cafeína em quantidades moderadas são total e completamente infundadas, mas ainda arraigadas ao limitado conhecimento de pessoas desinformadas.
Em quantidades moderadas - o equivalente a 400-500 mg/dia - dose de até 4 xícaras - a cafeína não é prejudicial a saúde humana, desde a gestação até o final da vida.
A administração aguda de cafeína causa um aumento modesto da pressão sangüínea arterial, dos níveis de catecolaminas, da atividade de renina plasmática, dos níveis de ácidos graxos livres, da produção de urina e da secreção gástrica. Ela altera o espectro eletroencefalográfico, o humor e o padrão do sono em voluntários normais. O consumo crônico de cafeína não possui efeitos na pressão sangüínea, nos níveis plasmáticos de catecolaminas, na atividade de renina plasmática, na concentração de colesterol no soro, nos níveis de glicose no sangue ou na produção de urina. A cafeína não está associada com o infarto do miocárdio, nem com o câncer do trato genitourinário inferior ou do pâncreas; com teratogenicidade ou doença fibrocística da mama. O papel da cafeína na produção de arritmias cardíacas ou de úlcera gástrica ou duodenal em pessoas normais também não foi confirmado, não havendo evidências de que a cafeína seja prejudicial ao ser humano sadio. Apesar do consumo de café e chá ser antigo, as pesquisas que avaliam os efeitos do café no homem são recentes. Cerca de uma centena de produtos químicos foi identificada no café, sendo algumas, como o ácido clorogênico, até mais abundantes que a cafeína. A cafeína é o elemento do café mais estudado até o momento e o principal responsável pelas propriedades estimulantes que deram a popularidade à bebida. Mas seu consumo moderado não é prejudicial ao organismo.
 


A depressão é um fator independente de risco cardiovascular para homens e estudos modernos avaliam o papel protetor de medicamentos antidepressivos e hábitos alimentares.
O consumo diário de doses moderadas (três a quatro xícaras ao dia) de café torrado adequadamente (café funcional nutracêutico) pode ser benéfico na prevenção da depressão/DCV por conter, em quantidades superiores às de cafeína (1-2%), compostos quinídeos derivados dos ácidos clorogênicos 2-4% com ação antioxidante, além de potente ação antagonista opióide (tipo naltrexona) e efeito inibidor da recaptação de adenosina.
No passado um grande número de cardiologistas julgava que o café possuía apenas cafeína, desconhecendo que a bebida contém também maiores quantidades de sais minerais (2-4%), ácidos clorogênicos e quinídeos (2-4%), niacina ou vitamina PP (1%) além da cafeína (1-2%) e centenas de óleos voláteis responsáveis pelo aroma e sabor da bebida, característicos de cada região produtora e dos blends dos fabricantes. Na atualidade evidências científicas permitem classificar o café como uma planta funcional nutracêutica. E novos estudos estão em andamento para avaliar o possível benefício de seu consumo na prevenção da depressão, tabagismo, alcoolismo e mesmo infarto do miocárdio. Por esse motivo o médico deve mudar seu preconceito em relação ao café, o qual considera possuir apenas cafeína, mas reconhecer que talvez possa até ser recomendado a seus pacientes (além do consumo próprio) desde que em quantidades moderadas (3-4 xícaras diárias).


As formas de consumo do café no mundo

Que o café é, ao lado da cerveja, a bebida mais popular do planeta todos sabem. Contudo, as formas de consumo do produto são tão diversas, que podem fazer com que o tomador mais desavisado tenha grandes surpresas. Veja como o café é consumido em alguns lugares do mundo: * França: o produto, na maioria das vezes, é bebido juntamente com chicória.

* Áustria: pode-se beber o produto juntamente com figos secos, sendo que em Viena, a capital do país, é uma tradição o oferecimento de bolos e doces para acompanhar o café com chantilly.

* África e Oriente Médio: é comum acentuar o sabor do café com algumas especiarias, tais como canela e cardomomo, alho ou gengibre.

* Bélgica: o produto é servido com um pequeno pedaço de chocolate, colocado no interior da xícara, que será derretido quando entrar em contato com o café.

* Itália: o café expresso preto é servido em xícaras pequenas, acompanhadas de tiras de limão.

* Grécia: o café é acompanhado por um copo de água gelada.

* Cuba: o café é bebido bastante forte e doce, e em um só gole.

* Sul da Índia: o café é misturado com açúcar e leite e servido com doces.

* Alemanha: é servido com leite condensado ou chantilly.

* Suíça: adiciona-se ao café um licor, o "kirsch".

* México: em muitos lugares, o café é oferecido gratuitamente e pode ser consumido em grandes quantidades. O chamado café americano, como é conhecido no México, é o mais consumido e é uma cópia do que se bebia até poucos anos nos Estados Unidos: aguado e com pouco sabor.

As cafeteiras nasceram na França

O consumo de café na Europa remonta ao final do século XVII, quando os turcos chegaram a Veneza. Os otomanos já tinham o café como um de seus hábitos e o produto passou também a ser apreciado pela população local. Porém, os otomanos tomavam café por infusão: jogava-se água fervente em uma xícara, na qual havia café moído. Com o sabor que não agradava o paladar de todos, buscou-se inovações no preparo do produto. No final do século seguinte, François Antoine Descroisilles, um farmacêutico francês, inventou a cafeteira, que possuía dois recipientes separados e que permitia que um filtro ficasse entre a água e o café. Anos mais tarde, Antoine Cadet de Vaux, um químico francês, inventou a cafeteira de porcelana. Outra revolução na forma de fazer café só foi observada no final da segunda guerra mundial, quando Achille Gaggia, inventor italiano, criou a máquina de café expresso.

Auxiliando na memória

Cientistas da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, descobriram que as pessoas idosas que bebiam uma xícara de café convencional antes de se submeterem a um teste de memória obtinham melhores resultados do que pessoas da mesma idade que optavam por sucos naturais. De acordo com os pesquisadores, produtos ou atitudes que reforçam os níveis de energia do corpo, como o próprio café ou uma sesta durante a tarde ou até um passeio, podem melhorar a memória. Outros aspecto interessante da pesquisa revela que tal fato pode não se aplicar a pessoas que não sejam consumidoras regulares de café.

Cafezinho em Portugal é bica

Os primeiros expressos em Portugal foram vendidos no café A Brasileira, em Lisboa. O gosto do produto pareceu aos clientes um tanto quanto amargo. Então, a direção da cafeteria criou um slogan para atrair os clientes: Beba Isso Com Açúcar. A campanha deu certo e a frase ficou tão marcada que as iniciais de cada palavra (bica) passou a ser sinônimo de cafezinho em Portugal.

Bebês não são afetados pelo café

Mulheres grávidas podem consumir café, ao contrário do que acreditam algumas pessoas temerosas pela saúde do bebê. Pesquisadores suecos apontaram que o consumo do produto, ao longo do período de gestação, não afeta o peso do bebê. Uma pesquisa de mais de três anos, realizada pelo Instituto Karolinska, em Estocolmo, estudou 900 mulheres grávidas suecas consumidoras regulares de café, sendo que todas elas deram à luz bebês saudáveis.

Café ajuda fumantes

É grande o número de fumantes que se sentem estimulados a tomar um café. O produto, porém, pode ser muito mais que um "acompanhamento" para quem aprecia o fumo. Uma pesquisa conduzida por especialistas espanhóis indicou que o café pode ajudar a evitar o desenvolvimento do cancro da bexiga dos fumantes. O fumo é um dos principais fatores de risco dessa patologia e, no passado, chegou-se a erroneamente acreditar que o café poderia até estimular o aumento desse risco.

Café pode atuar na prevenção das cáries

O café pode prevenir problemas dentários. Em testes de laboratório, alguns de seus componentes impediram a instalação das bactérias, o primeiro passo na formação das cáries. De acordo com a pesquisadora Carla Pruzzo, da Universidade de Ancona, na Itália, os componentes ácido clorogênico, ácido nicotínico e a trigonelina presentes no café impediram as bactérias Streptococcus mutans de se instalar em uma superfície dentária sintética. A trigonelina, o principal componente responsável pelo sabor ácido do café foi o mais potente anti-adesivo. A pesquisadora apontou que há longo tempo sabe-se que os grãos de café, verdes ou torrados, contém substâncias anti-bactericidas e anti-oxidantes, porém a forma de ação de cada um desses componentes ainda é desconhecida. De acordo com Peter Martin, pesquisador do Instituto de Estudos do Café da Universidade Vanderbilt, em Nashville, Estado do Tennessee, EUA, a cafeína sempre foi considerada o principal composto bioativo do café, mas há uma série de outros compostos a serem estudados.

O café é um dos vários alimentos que vêm sendo estudados quanto à presença de substâncias que previnam os estágios iniciais da instalação das cáries, segundo o dentista William Bowen, da Escola de medicina e Odontologia da Universidade de Rochester, Estado de Nova Iorque, EUA. O chá e o suco de framboesa também podem conter substâncias que podem ser utilizadas em pastas e soluções dentárias.











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